Vou dizer isto novamente para aqueles que questionam o que eu represento e a maneira como me expresso.
A nudez começou por ser um movimento para “voltar à natureza”, “expressar a liberdade”, “ser mais saudável” e até mesmo uma filosofia.
Estar nu é parte do que nos torna humanos. Para mim, isso ajuda-me sentir mais ligada com a Mãe Gaia.
Geralmente estou nua quando faço jardinagem. Na verdade, isso é uma coisa linda e não há necessidade de tornar isto algo sexual como muitas estrelas de Hollywood (e os meios de comunicação) o fazem.
Não só o teu corpo é um templo e deve ser adorado como tal, mas também, parte do feminismo é poder expressares-te da tua maneira, sejas tu conservador e vestindo muita roupa ou despindo-te.
Existem diferentes maneiras de absorver a energia da Mãe Terra, uma das minhas favoritas é o “Earthing”, onde se absorve as vibrações da Terra com o contacto entre o solo e os pés descalços, além de permitir que a tua pele nua absorva os raios do sol.
O corpo humano é uma coisa linda e não importa quais as “falhas” que tu tenhas, sejam elas cicatrizes ou peso extra, estrias, sardas, seja o que for, é bonito e tu deves expressar-te da maneira que tu achas confortável.
Se te sentires ofendido com tudo isto, eu entendo completamente e encorajo-te a não me seguires mais, mas não posso pedir desculpa.
É quem eu sou e recuso-me a esquecer e manter minhas crenças em segredo. Todos com uma opinião e cada um tem suas crenças. Nós nem sempre concordamos uns com os outros e não há mal nenhum nisso. Somos todos humanos, e apreciar as coisas que outras pessoas fazem par nos sentirmos humanos nos ajuda-nos a sentir ligados.
Como pode isto ser mau?
Paris Jackson (filha de Michael Jackson)





Aumento da auto-estima – A nossa auto-estima e sensação de bem estar com a aparência do nosso corpo é algo difícil de atingir nos tempos que correm. O corpo humano é cada vez mais, visto como um objecto, um produto. Todos os dias somos bombardeados com a ideia do “corpo perfeito”. Numa aula de Yoga nudista isto não existe. Apenas existimos nós. Rapidamente aprendemos a respeitar o nosso corpo tal como ele é, com as suas virtudes e os seus defeitos.